terça-feira, 21 de novembro de 2017

Cinco alimentos bons para a boca

Oleaginosas: por suas propriedades nutricionais, castanhas de caju e do Pará, nozes amêndoas e avelãs são coringas da alimentação. Experimente comer esses frutos depois das refeições ou entre elas. O caráter oleaginoso impede que alimentos fiquem retidos nos dentes.

O poder da fibra: alimentos fibrosos ajudam a diminuir a halitose, porque precisam ser bem mastigados. A mastigação estimula o fluxo salivar, que deixa a boca mais limpa e hidratada, além de ajudar a desfazer, em parte, as placas bacterianas.

Raiz bendita: o gengibre é antioxidante, estimula o processo digestivo e combate o mau hálito. Enquanto ativa o corpo, o mantém mais limpo e forte e atua como se fosse um adstringente natural.

Mais saliva e menos bactéria: chá verde sem açúcar, é rico em polifenol, substância que combate as bactérias associadas ao mau hálito. Por ser liquido, estimula a salivação e deixa a boca mais limpa e saudável.

Tomate: rico em vitamina C, é um bom acompanhamento em qualquer refeição do dia, principalmente porque ajuda a conter a proliferação das bactérias.

Créditos: Jornal estadão expresso

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Acertos e erros

Por Roselis Von Sass

“Sê amável para com os teus próximos. E verdadeiro nas palavras e ações.”
Faz algumas semanas dirigi 30 km, por uma hora, à noite, para ir a um curso que começaria naquela terça. Quando cheguei à recepção do instituto, 15 minutos antes do inicio, a recepcionista disse que o curso só começaria na semana seguinte. Ela desfilou uma lista de justificativas para o fato de não ter me avisado em tempo e, assim que a lista acabou, eu fui embora.

Fui embora com a mania daqueles que escrevem e querem editar texto sempre mais uma vez. Naquela ocasião, eu queria editar o episódio. Na minha ficção, a recepcionista pediria desculpas e me convidaria para conhecer o instituto e para tomar água.
Mas é vida real e nem sempre admite edições. Na vida real, aprendemos desde pequenos que é feio errar, que devemos ganhar e acertar e que o erro é sinônimo de fracasso. 

O erro raramente é apoiado como parte de um processo que poderá levar ao acerto. Assim, pedir desculpas significa assumir uma responsabilidade ou um erro e isso pode ter um preço. Mas será que temos pensado no preço de não assumi-los?

Já escutei adultos falando para crianças que desculpa e obrigada são palavras mágicas. Eu acho que eles têm razão. Basta imaginar o que é dirigir um carro sem amortecedor e depois dirigir outro com. Pedir desculpas funciona como um amortecedor das relações, algo que nos torna mais humanos, fortes por assumirmos nossa vulnerabilidade, mais aconchegantes e acolhedores.

E qual o preço de sermos aconchegantes e acolhedores? Qual o preço de assumirmos que somos pessoas em processo de aprendizagem que podem falhar? Não importa, porque certamente mais alto é o preço de se sentir permanentemente impotente, incapaz e sem coragem de assumir quem se é.

Talvez posicionar-se perante o outro, aceitando os próprios acertos e erros, seja um preço justo a pagar para tornar-se uma pessoa mais potente e para que as crianças finalmente entendam, por exemplos práticos e não apenas no discurso, o quanto as palavras podem ser mágicas.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Dor de cabeça, um mal que está fora da cabeça

Dores de cabeça são uma queixa muito comum, atingindo tanto homens como mulheres.

Podem ter causas muito variadas e sempre devem ter uma investigação médica.

Mas existem dores de cabeça crônicas, algumas com comportamento semelhante às chuvas amazônicas, que são diárias, às vezes com hora para começar e até terminar. Podem atingir toda a cabeça ou permanecer na testa, nas têmporas, com sensação de queimação na nuca. 


São muito comuns mais para o final do dia. Quando chegam geralmente já encontram más companhias: uma irritação, sensação de cansaço, estresse, ansiedade, depressão.

Nesta situação, se você apertar com seus dedos os músculos que ficam entre o final do ombro e o pescoço, vai perceber como esta região fica endurecida. Esta tensão dos músculos dos ombros e do pescoço é responsável pela grande maioria das dores de cabeça crônicas.

A contração destes músculos aperta as artérias fazendo com que a quantidade de sangue diminua no local, reduzindo os nutrientes e o oxigênio; os tecidos musculares entram em sofrimento, o que dá origem à dor.

E por quê os músculos se contraem?

Por problemas na coluna, porque seus instrumentos de trabalho estão mal localizados (forçando seus músculos), porque dorme com o braço sob a cabeça, porque fica muito tempo na mesma posição, porque está com problemas pessoais, com problemas no trabalho, porque não tem nenhum problema (mas mesmo assim não se sente bem) e todas as situações explícitas e implícitas que movimentam o ser humano.

E agora?

O ideal é identificar a causa e eliminar seu efeito, o que às vezes é impossível, por desconhecimento da própria ciência.

Existem medidas que só dependem de nós e que podem ser aplicadas, com a finalidade de diminuir as consequências do problema.

Uma delas é criar uma planilha de controle da dor de cabeça, durante 30 dias, com registro diário, se teve ou não, em qual hora, o dia, semana do mês. Um campo de observação com o que você estava fazendo no momento, se tinha feito uso de algum remédio ou alimento diferente naquele dia, são elementos importantes para a compreensão de sua dor de cabeça. 

Estes dados poderão ser analisados por você e orientar para alguma conclusão. Posteriormente, você pode conversar com seu médico sobre o que você encontrou.
Outra atitude importante é incorporar o conceito de que a melhor posição para trabalhar é a próxima. Isto significa que não se deve ficar muito tempo na mesma posição. 

O corpo humano não foi feito para ficar parado. Levante-se, espreguice, torça seu corpo na cadeira (para a direita e para a esquerda), cruze as mãos atrás da cabeça e force os cotovelos para a frente e para trás, cante uma música que você goste, olhe para longe.

Lembre-se: os músculos se alimentam durante o movimento!
Problemas existem. Mas se você ficar parado, o peso destes problemas vai se depositar nos ombros. Os ombros  vão dividir a situação com o pescoço e então todo o bloco muscular vai entrar em contratura.

Créditos: RH vida / Bambamel 

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Por que as abelhas estão sumindo?

Muitos fatores estão contribuindo para a escassez mundial das abelhas, dentre eles está aplicação indiscriminada de pesticidas. Estes são altamente tóxicos para as mesmas e demais polinizadores. No Brasil seu uso é crescente, e confere ao país o título de campeão mundial de consumo de agrotóxicos.
As mudanças climáticas têm impulsionado a proliferação de pragas, como a Helicoverpa armigera, que ataca culturas importantes, como soja, milho e feijão. Para enfrentar o ataque de pragas, muitos produtores rurais usam agrotóxicos indiscriminadamente e, com essa prática surgem efeitos que exterminam as abelhas. Os principais pesticidas que conferem destaque em ocorrências de desaparecimento das abelhas são o fipronil e três neonicotinoides: imidacloprida, clotianidina e tiametoxa.
Estes são absorvidos pelas plantas e atingem inclusive o pólen e néctar das flores, contaminando as abelhas quando as polinizam. Eles atuam causando problemas na memória de navegação, fazendo com que as abelhas campeiras se desorientem e percam sua capacidade de retornar às colmeias, morrendo longe das mesmas.
A pulverização aérea destes e outros agrotóxicos é responsável pela contaminação direta de apiários e enxames silvestres. Erros de aplicação ou ação inesperada do vento podem provocar o efeito de deriva, levando o produto para áreas não desejadas, como matas e florestas.
O distúrbio do colapso das colônias (em inglês, Colony Collapse Disorder, CCD), se refere à dizimação em massa de populações de abelhas, atualmente ocorrendo em diversos países. O CCD é provavelmente o efeito de uma reação em cadeia, causado por diversos fatores: desmatamento, queimadas, doenças, ácaros, mudanças climáticas, déficit nutricional e principalmente aplicação de agrotóxicos e cultivos transgênicos.
Em 2012, devido a ocorrência de vários casos de CCD no Brasil, O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), proibiu temporariamente a aplicação dos 4 inseticidas citados acima. Posteriormente, por pressão do poderoso lobby do agronegócio, o Ibama teve de ceder e baixou duas instruções normativas com a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 
Essas instruções enfraqueceram a medida anterior. A primeira delas, de outubro de 2012, liberou a pulverização aérea dos quatro agrotóxicos, e a segunda, publicada no início de janeiro de 2013, flexibilizou ainda mais a medida original, apenas protegendo a floração.
Outro herbicida, o glifosato e o inseticida clorpirifós, foram as causas de morte de 4 milhões de abelhas, no interior de São Paulo em 2014, os laudos solicitados pelo Departamento de Agricultura e Meio Ambiente do município de Gavião Peixoto, confirmaram a presença destes compostos nas abelhas afetadas. Estes dois agentes são liberados no Brasil.
Nos cultivos transgênicos, as plantas são desenvolvidas para suportar a massiva aplicação de agroquímicos, portanto, este método de produção, contribui com a mortalidade das abelhas e muitos outros polinizadores.
Outras causas relacionadas são o desmatamento e as queimadas, considerados graves problemas ecológicos do Brasil. A exploração predatória e ilegal de madeireiras e a busca por novas áreas para a expansão da atividade agrícolas e pecuária, são as principais causas deste desmatamento, o prejuízo ambiental é imenso. 

As abelhas formam seus ninhos e enxames nas árvores, e estes são completamente exterminados, quando essas árvores são queimadas ou derrubadas. Há visível redução de áreas de nidificação (locais dos ninhos das abelhas) e diminuição considerável de oferta de alimento para elas. 

A estratificação de florestas (pequenas áreas preservadas separadas por grandes áreas devastadas), faz com que seja reduzido o fluxo gênico entre as abelhas de uma mesma espécie (algumas espécies nativas têm pouca autonomia de voo e não conseguem passar de uma mata a outra), diminuindo a variabilidade da espécie.

Outros fatores de mortalidade das abelhas são os parasitas e ácaros. Nosema é um parasita da abelha Apis mellifera, classificado como um fungo. A doença que é adquirida pela ingestão de esporos e transmitida na colmeia por material fecal, prejudica a digestão do pólen, encurtando assim a vida da abelha. 
E a Varroa é um gênero de ácaros ectoparasitas, que infesta e se alimenta dos fluidos corporais de pupas, larvas e indivíduos adultos de abelhas-melíferas do gênero Apis, levando-as à morte. A infestação por Varroa é comprovadamente danosa aos enxames. No Brasil, entretanto, as abelhas melíferas são as africanizadas, uma espécie híbrida do gênero Apis, que possui comportamento de muita resistência à Varroa. Pode-se afirmar ser este um problema de pouca significância em nosso país.
Oficialmente, no Brasil, não há muitas informações e dados sobre o distúrbio do colapso das colônias. Um aplicativo, o Bee Alert, lançado em 2014 pela campanha Bee Or Not To Be? Iniciativa do CETAPIS (Centro Tecnológico de Apicultura e Meliponicultura do Rio Grande do Norte, segue registrando as ocorrências de desaparecimento e morte de abelhas. Atualmente há registros de 22.985 colmeias afetadas, o que equivale a aproximadamente a 1 bilhão de abelhas mortas.
Diante deste quadro, é possível concluir que com urgência precisamos mudar nossas atitudes com relação ao meio ambiente, caso contrário estaremos fadados a escassez de diversos recursos naturais, incluindo os alimentos.
Fonte: CETAPIS (Centro Tecnológico de Apicultura e Meliponicultura do Rio Grande do Norte).
Créditos: Revista Guia “Orgânicos e Saúde” / Ano II - nº 5 – Julho 2017

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Xampu de hidratação profunda funciona?

Atualmente, há no mercado diversos produtos que prometem cabelos sedosos e macios. Um deles é o xampu de hidratação profunda, que tem alto poder restaurador e funciona como um poderoso tratamento para os fios, bem mais potente que o xampu comum. É ideal para recuperar as madeixas muito danificadas pelo uso de secador, prancha e processos químicos.

O produto pode ser utilizado em todos os tipos de cabelo, desde que estejam muito ressecados e precisando de tratamento intensivo. Já para as mulheres que possuem cabelos oleosos ou mistos, é preciso cautela ao usar, nesses casos o ideal é usar em dias alternados com o xampu comum, para que o cabelo não se acostume e deixe de responder aos seus componentes.

O produto não substitui a máscara de hidratação, que deve ser aplicada quinzenalmente, aliada ao uso do xampu. E o condicionador deve continuar sendo utilizado normalmente e sempre da metade até as pontas do cabelo.
Muitos podem até olhar com certo receio para o produto, mas ele oferece – sim – um resultado eficiente, pois sua fórmula é diferenciada e rica em minerais e vitaminas. Os xampus de hidratação profunda são ricos em ômega 9, queratina e vitamina E.

Outro cuidado fundamental é no momento da aplicação. Ela deve ser feita como uma máscara, massageando cuidadosamente, formando espuma aos poucos e deixando os componentes agirem. E na hora de enxaguar, cuidado para não usar água muito quente! O uso do secador está liberado. Apenas evite deixá-lo muito perto dos fios e seja breve, pois o uso prolongado, por muitos minutos seguidos, poderá minimizar o efeito da hidratação.

Consulta: Apollo Cabeleireiros – Avenida Imirim, 1317 – Imirim - SP

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Como combater a secura ocular

Também conhecido como síndrome do olho seco, o incomodo vem à tona quando o olho não produz lágrimas suficientes ou elas não têm a consistência correta e evaporam rapidamente. Fabricadas pelas glândulas lacrimais, elas banham a superfície do olho, mantendo-a hidratada. Além disso, fazem uma faxina na região, levando embora poeira e eventuais detritos. Têm também função protetora conta vírus, fungos e bactérias. 

Em sua composição, entram um elemento aquoso e um oleoso. Além de proteínas e vitaminas importantes para a nutrição do olho. Doenças que alteram a composição desses ingredientes podem deixar o olho seco. Um artigo publicado no periódico e cientifico note-americano Optometry and Vision Science mostrou que 25% dos pacientes que visitam um oftalmologista relatam algum tipo de desconforto relacionado ao olho seco.

Saiba como identificar o problema e como combatê-lo:
Sintomas: ardor ou queimação, dor e vermelhidão, visão turva, pálpebras pesadas, incapacidade de chorar, desconforto ao usar lentes de contato, coceira.
Causas: uso prolongado de anti-histamínicos, descongestionantes nasais, antidepressivos e anticoncepcionais. Terapia de reposição hormonal (mulheres), alergias, doenças autoimunes, como lúpus e atrite reumatóide.

Tratamento
A ciclosporina, um anti-inflamatório, é uma das drogas que tratam o olho seco. Ela diminui os traumas na região, aumenta a produção de lágrimas e reduz os sintomas. Mas há outras manobras, de acordo com as causas. Se o problema ocorrer devido ao uso de lentes de contato, pode ser recomendado outro modelo ou o uso por menos horas. 

Os médicos também podem recorrer aos chamados plugs de silicone, que são inseridos em regiões especificas das pálpebras e mantêm a região hidratada. Em outras situações mais severas, pode ser necessária a cirurgia, que fecha os canais de drenagem lacrimais e mantém o volume de liquido no olho por muito mais tempo.

Estudos descobriram que os suplementos contendo ácidos graxos ômega-3, podem diminuir os sintomas. Boas fontes de omega-3 incluem peixes de água fria, como salmão, sardinha, arenque e bacalhau. Alguns médicos recomendam o óleo de linhaça para aliviar o olho seco . Beber mais água ajuda. A desidratação torna os problemas do olho seco pior.

Dicas para obter alívio nos sintomas do olho:
Pisque com mais frequência. Ao usar um computador, um smartphone ou outro dispositivo digital, tendemos a piscar menos os olhos, o que pode causar ou piorar os sintomas. 
Faça intervalos frequentes durante o uso do computador. Uma boa regra de ouro aqui é desviar a atenção da sua tela pelo menos a cada 20 minutos e olhar para algo que está a pelo menos 20 pés de seus olhos por pelo menos 20 segundos. Alguns praticantes chamam isso de "regra 20-20-20".

Remova cuidadosamente a maquiagem dos olhos. A maquiagem pode entupir as aberturas das glândulas meibomianas na base dos cílios, levando à disfunção da glândula meibomiana e ao olho seco evaporativo. 

Lavar o rosto suavemente e as pálpebras com soro fisiológico e sabonete neutro de mel e própolis, para remover bactérias. Fazer compressas com chá de camomila ou calêndula (são colírios naturais), para lubrificar os olhos e combater o ressecamento.
Usar óculos de sol de qualidade, os que bloqueiam 100 por cento dos raios UV do sol.

Créditos: Revista Delboni Auriemo
Bambamel

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Dieta que acalma

Estudos comprovam que ter um ritmo de vida mais calmo estimula a concentração e previne doenças crônicas. Conheça frutas, ervas e sementes que ajudam a desacelerar.

Alimentos que tranquilizam
Melissa (erva-cidreira): calmante e sedativa, indicada para casos de insônia. Também é digestiva, auxilia no tratamento de dores de cabeça e cólicas intestinais. É antibacteriana e antiviral;
Chás verde, branco e preto: contêm teanina, aminoácido que possui inúmeros efeitos no cérebro. Estudos mostram que ela é capaz de reduzir o estresse psicossocial, melhorar a cognição e leva a um estado de relaxamento, porém sem a sensação de estar sedado;

Abacate/sementes de abóbora: são ricos em beta-sitosterol, que auxilia na modulação do cortisol, o hormônio do estresse;

Maracujá In natura: suco ou mesmo chá: auxilia no tratamento da insônia, irritação, agitação, ansiedade e estresse. Folhas e flores também podem ser usadas. Há estudos que demonstram a redução dos sintomas em casos de transtornos de ansiedade, e efeitos benéficos na qualidade do sono;

Capim-limão: tem ação sedativa leve, ou seja, é um calmante natural com benefícios extras: expectorante, diurético leve e tem ação antibacteriana e digestiva;

Fontes de ômega-3: está presente em peixes de águas frias, como salmão, arenque, sardinha e cavala, e também podem atenuar o cortisol. Fontes de ômega-3 vegetal são a linhaça e a chia;

Açafrão/centella asiática/ ginseng indiano: todos têm efeito ansiolítico;

Camomila: além de exercer efeito calmante e ansiolítico, apresenta ação analgésica, antisséptica, antioxidante, digestiva, anti-inflamatória, antidiabética e hepatoprotetora, ou seja, auxilia na saúde e no funcionamento do fígado.

Sucos relaxantes
Ingredientes
1/2 copo d’água
2 folhas de alface
Polpa de dois maracujás
1 colher de chá de açúcar mascavo (opcional)
Modo de preparo: lave bem os ingredientes e bata no liquidificador. Coe e consuma. 

Refresco de coco e cidreira
Ingredientes
100 ml de chá de erva-cidreira concentrado
De 50 a 100 ml de água de coco
Modo de preparo: bata no liquidificador e tome imediatamente. 

Suco calmante de ervas
Ingredientes
1 (xíc. chá) de chá de camomila
1 (xíc. chá) de chá de melissa
1 (xíc. chá) de chá de funcho ou erva-doce
½ maçã verde
1 polpa fresca de maracujá
½ anis estrelado
1 colher de sopa de mel
1 fatia fina de gengibre sem casca
Modo de preparo: bata tudo, coe e sirva.

Créditos: Revista Farmácia Angeloni – EstarBem - Marina Yakabe

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